Cesariana & Astrologia

Cesarea

Hoje foi publicada a lei de que os partos de cesárea só poderão ser permitidos a partir dos 39 semanas de gestação. Isso é um ponto a favor no Brasil, pois mais de 70% dos partos no país são feitos na forma cesariana, com implicações financeiras de gastos desnecessários para a união pela classe médica que se favorece com esse fator leniente. As cesáreas necessárias continuarão a ser feitas, mas há um ponto favorável de que as mães não serão mais induzidas ao nascimento de seus filhos na 37ª ou 38ª semana, trazendo ao mundo fetos ainda em maturação. A maturação é necessária para uma melhor vida do bebê.

Para astrologia, de uma forma geral não importa a cesárea, pois realmente o nascimento da criança se dá no momento da ingestão do quarto elemento, dito o “momento do choro”, nesse momento o elemento “ar” é introduzido no choro. A vida começa. Anteriormente, na formação do feto, havia os demais elementos, fogo representado pelo espíritoe  água e terra compondo o corpo físico do feto. Não fiz uma análise de partos prematuros por cesárea, mas, eles, de alguma forma, não são tão naturais do processo da vida. Alguns dizem que geram crianças que não sabem lutar pela vida. Realmente, no Brasil, estamos no meio de uma geração desencontrada com a vida, com um futuro incerto, com uma política incerta e com um  povo extremamente alheio a tudo e tendendo a uma anarquia social e, ao mesmo tempo, querendo viver o prazer puramente mundano da vida, sem educação e sem saúde. Não estaríamos no meio de uma crise social de pessoas nascidas por cesáreas? Bom, fica a tese para ser demonstrada.

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Pelo menos pelo mapa da lei, vemos que é uma medida interessante para termos menos cesáreas em nosso país. O Sol conjunto a Vênus, em câncer, signo da maternidade. Esses astros assentam-se próximos do  fundo do céu da nação que nascem em gêmeos, um signo tradicional que rege as crianças. Temos o signo de câncer na cúspide da quinta casa e sua regente a Lua na décima casa (a lei) conjunta ao planeta da geração e que rege o feto, Plutão.

O planeta que rege a cesárea (marte) e está na oitava, em seu signo escorpião e fazendo um trígono com o Ascendente próximo ao final de peixes, que simbolicamente representa o final das gestações e o nascimento da vida.

O Ascendente no final de peixes, regido por Júpiter e Netuno, Júpiter regendo a saúde da parturiente em Virgem e Netuno regendo o final da gestação em Peixes.

O mapa mostra mercúrio, em gêmeos, na terceira casa, mais crianças ativas oposição a saturno retrógrado e peregrino na nona, representando às velhas condições de parto. Vejo mais saúde com Júpiter em virgem e conjunção exata ao nodo norte lunar e próximos a roda da fortuna. Essa lei é um bom sinal para a vida. Precisamos de crianças que nasçam com a força de vida, para fazer nosso país ter mais vida e vigor no futuro.

Muito recentemente, tivemos em um encontro astrológico da Conselho Nacional de Astrologia (CNA), com uma palestra maravilhosa de Titi Vital mostrando exatamente que o período gestacional, nos diversos mapas natais, que vai desde a 9a a 12a, simbolicamente equivalente de sagitário a peixes, e que coincide com o que a própria lei que se propõe agora no Brasil, conforme publicado no diário da união. E informado que ocorreria em dois dias pelo Conselho Federal de Medicina.


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Uma ideia sobre “Cesariana & Astrologia”

  1. Bom eu acho que o tipo de parto a que uma parturiente se sujeitará deveria ser escolha exclusiva da própria até porque as pessoas que mais opinam e decidiram sobre essa lei são homens que não tem a mínima idéia do que é um parto normal, que aliás se fossem submetidos a tais dores não estaríamos aqui sequer discutindo isso. É uma medida puramente econômica sem levar em conta o bem estar e a vontade da mãe, em compensação levando em conta o excelente atendimento nos hospitais públicos vislumbro uma catástrofe.
    Partos normais obrigatórios não vão produzir gente mais batalhadora, culta ou articulada vai apenas lotar mais ainda o SUS de crianças a serem tratadas de danos cerebrais decorrentes de falta de oxigenação por um trabalho de parto prolongado ao máximo para nascerem de maneira normal, claro que de novo sem preocupação com o sofrimento da mãe pois o que realmente vale como o Sr. falou é : Isso é um ponto a favor no Brasil, pois mais de 70% dos partos no país são feitos na forma cesariana, com implicações financeiras de gastos DESNECESSÁRIOS para a união pela classe médica que se favorece com esse fator leniente.
    Sobre a opinião de alguns de produzirem pessoas que não sabem lutar pela vida espelhem-se nas comunidades indígenas e aborígenes todos nascidos de parto normal que infelizmente são massacrados um pouco mais todos os dias sem conseguirem reagir a isso.

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